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30/06/18
04/02/18
30/07/14
12/10/13
RELAS
Hyla meridionalis- Rela-meridional.
Hyla arborea- Rela-arbórea // Rela-comum / Rela-europea.
Nikon D300 S, Nikkor 105mm,VR, Macro.
Local: Beira Interior.
Hyla arborea- Rela-arbórea // Rela-comum / Rela-europea.
Nikon D300 S, Nikkor 105mm,VR, Macro.
Local: Beira Interior.
04/10/13
30/07/13
RELA-ARBÓREA
Hyla arborea- Rela-comum / Rela-arbórea.
(Depois de uma caminhada relativamente pesada, esta pequena rela entusiasmou-se e de um salto, resolveu resguardar-se do sol, no para-sol da objectiva. Curioso momento.)
Nikon D300 S, Nikkor 105mm, Micro.
Local: Serra da Estrela.
(Depois de uma caminhada relativamente pesada, esta pequena rela entusiasmou-se e de um salto, resolveu resguardar-se do sol, no para-sol da objectiva. Curioso momento.)
Nikon D300 S, Nikkor 105mm, Micro.
Local: Serra da Estrela.
07/05/13
RÃ-VERDE
Rana esculenta- Rã-verde (Macho).
Coaxando intensamente, numa atitude pré-nupcial, este macho tenta atrair a fêmea.
Nikon D300 S, Nikkor 500mm, VR, F:4 + Tripé.
Local: Salreu- Ria de Aveiro.
Coaxando intensamente, numa atitude pré-nupcial, este macho tenta atrair a fêmea.
Nikon D300 S, Nikkor 500mm, VR, F:4 + Tripé.
Local: Salreu- Ria de Aveiro.
28/03/13
RELA-MERIDIONAL
Hyla meridionalis- Rela-meridional.
Espécie com hábitos noturnos, pode em dias chuvosos e de pouca luminosidade, apresentar alguma actividade diurna.. Com mimetismo muito apropriado ao seu habitat, facilmente passa despercebida, escapando aos seus inúmeros predadores, quando sobre a vegetação, se aquece ao sol. Nas zonas mais frias, pode hibernar, protegendo-se junto de raízes, debaixo de pedras ou folhas.
Os machos, normalmente mais pequenos, são os primeiros a chegar aos locais de reprodução, o que ocorre no início da primavera e embora muito territoriais, cantam em coro, tentando atrair as fêmeas. O acto é consumado na água e pode durar algumas horas. Cada fêmea põe até 1400 ovos, que eclodem poucos dias depois, demorando o seu desenvolvimento larvar cerca de trê meses. A maioridade sexual é atingida entre o terceiro e quarto anos, sendo a sua esperança de vida de cerca de dez anos.. Alimentação à base de pequenos insectos.
Nikon D300 S, Nikkor 105mm, VR, Micro.
Local: Salvaterra do Extremo (Tejo Internacional).
Espécie com hábitos noturnos, pode em dias chuvosos e de pouca luminosidade, apresentar alguma actividade diurna.. Com mimetismo muito apropriado ao seu habitat, facilmente passa despercebida, escapando aos seus inúmeros predadores, quando sobre a vegetação, se aquece ao sol. Nas zonas mais frias, pode hibernar, protegendo-se junto de raízes, debaixo de pedras ou folhas.
Os machos, normalmente mais pequenos, são os primeiros a chegar aos locais de reprodução, o que ocorre no início da primavera e embora muito territoriais, cantam em coro, tentando atrair as fêmeas. O acto é consumado na água e pode durar algumas horas. Cada fêmea põe até 1400 ovos, que eclodem poucos dias depois, demorando o seu desenvolvimento larvar cerca de trê meses. A maioridade sexual é atingida entre o terceiro e quarto anos, sendo a sua esperança de vida de cerca de dez anos.. Alimentação à base de pequenos insectos.
Nikon D300 S, Nikkor 105mm, VR, Micro.
Local: Salvaterra do Extremo (Tejo Internacional).
17/05/12
24/11/11
SALAMANDRA-DE-PINTAS-AMARELAS
Salamandra salamandra - Representação da sub-espécie Gallaica.
Nikon D300S, Nikkor 105 mm, VR, Micro.
Local: Serra do Caramulo.
Nikon D300S, Nikkor 105 mm, VR, Micro.
Local: Serra do Caramulo.
25/06/11
23/05/11
SAPO-PARTEIRO-IBÉRICO
Revelando uma enorme capacidade de cicatrização, adaptação e resistência, este pequeno sapo conseguiu sobreviver à perda completa de um globo ocular.
É conhecida a faculdade que alguns destes anfíbios desenvolvem na regeneração ou recuperação de tecidos e membros.
Exemplos de sobrevivência.
Nikon, Nikkor 105 mm,VR, Micro.
Local: Castelo Rodrigo.
19/04/11
INTIMIDADES
27/12/10
SALAMANDRA-DE-COSTELAS-SALIENTES


Pleurodeles waltl - Também conhecida por Salamandra-dos-Poços, é o maior anfíbio com cauda na Europa. Atinge 15-25 cm, embora raramente possa atingir 30 cm. Olhos pequenos mas proeminentes, tem cabeça larga e achatada, 4 dedos nos membros anteriores e 5 nos membros posteriores. Os machos apresentam cauda mais comprida e crista caudal mais alta que as fêmeas.Para se defenderem, projetam as costelas para o exterior, com o intuito de mostrarem um ar mais agressivo.
A alimentação é à base de larvas, moluscos, minhocas e pequenos peixes.
Encontra-se em charcas, lagos, poços, etc., na Península Ibérica e Marrocos.
Em Portugal não está ameaçada de extinção.
Nikon; Nikkor 105 mm, Micro.
Local: Mourão- Alentejo. (Tour fotográfico Relevos)
06/12/10
SAPINHO-DE-VERRUGAS-VERDES
28/11/10
14/10/10
02/07/10
16/06/10
RELA-COMUM (II)
Hyla arborea- Rela-comum ou Rela-europeia.É uma das duas variedades de rãs arboricolas existentes na Europa. Normalmente é verde-vivo, com lista horizontal escura, lateralmente, desde a cabeça. Vivem na vegetação em zonas húmidas perto de água, passando muito tempo na folhagem das árvores ou arbustos. Os membros posteriores longos permitem-lhe saltar com facilidade e os discos adesivos que tem na extremidade dos dedos conferem-lhe uma forte aderência, mesmo em superfícies verticais.
Hiberna nos meses frios.
Na época da reprodução o macho exibe um intenso coaxar.
Nikon; Nikkor 105 mm, Micro.
Local: Serra da Estrela.
15/06/10
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