Hyla meridionalis- Rela-meridional.
Hyla arborea- Rela-arbórea // Rela-comum / Rela-europea.
Nikon D300 S, Nikkor 105mm,VR, Macro.
Local: Beira Interior.
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12/10/13
30/07/13
RELA-ARBÓREA
Hyla arborea- Rela-comum / Rela-arbórea.
(Depois de uma caminhada relativamente pesada, esta pequena rela entusiasmou-se e de um salto, resolveu resguardar-se do sol, no para-sol da objectiva. Curioso momento.)
Nikon D300 S, Nikkor 105mm, Micro.
Local: Serra da Estrela.
(Depois de uma caminhada relativamente pesada, esta pequena rela entusiasmou-se e de um salto, resolveu resguardar-se do sol, no para-sol da objectiva. Curioso momento.)
Nikon D300 S, Nikkor 105mm, Micro.
Local: Serra da Estrela.
28/03/13
RELA-MERIDIONAL
Hyla meridionalis- Rela-meridional.
Espécie com hábitos noturnos, pode em dias chuvosos e de pouca luminosidade, apresentar alguma actividade diurna.. Com mimetismo muito apropriado ao seu habitat, facilmente passa despercebida, escapando aos seus inúmeros predadores, quando sobre a vegetação, se aquece ao sol. Nas zonas mais frias, pode hibernar, protegendo-se junto de raízes, debaixo de pedras ou folhas.
Os machos, normalmente mais pequenos, são os primeiros a chegar aos locais de reprodução, o que ocorre no início da primavera e embora muito territoriais, cantam em coro, tentando atrair as fêmeas. O acto é consumado na água e pode durar algumas horas. Cada fêmea põe até 1400 ovos, que eclodem poucos dias depois, demorando o seu desenvolvimento larvar cerca de trê meses. A maioridade sexual é atingida entre o terceiro e quarto anos, sendo a sua esperança de vida de cerca de dez anos.. Alimentação à base de pequenos insectos.
Nikon D300 S, Nikkor 105mm, VR, Micro.
Local: Salvaterra do Extremo (Tejo Internacional).
Espécie com hábitos noturnos, pode em dias chuvosos e de pouca luminosidade, apresentar alguma actividade diurna.. Com mimetismo muito apropriado ao seu habitat, facilmente passa despercebida, escapando aos seus inúmeros predadores, quando sobre a vegetação, se aquece ao sol. Nas zonas mais frias, pode hibernar, protegendo-se junto de raízes, debaixo de pedras ou folhas.
Os machos, normalmente mais pequenos, são os primeiros a chegar aos locais de reprodução, o que ocorre no início da primavera e embora muito territoriais, cantam em coro, tentando atrair as fêmeas. O acto é consumado na água e pode durar algumas horas. Cada fêmea põe até 1400 ovos, que eclodem poucos dias depois, demorando o seu desenvolvimento larvar cerca de trê meses. A maioridade sexual é atingida entre o terceiro e quarto anos, sendo a sua esperança de vida de cerca de dez anos.. Alimentação à base de pequenos insectos.
Nikon D300 S, Nikkor 105mm, VR, Micro.
Local: Salvaterra do Extremo (Tejo Internacional).
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